
A companhia assenta a pedra fundamental da futura planta na terça-feira, 13, com previsão de início de produção em junho de 2015. O terreno tem 100 mil metros quadrados, com 30 mil m² de área construída. “A necessidade de ampliação mostra o quanto o mercado automotivo tem-se desenvolvido em São Paulo. O Estado produz 41,5% dos veículos fabricados no Brasil e o setor de autopeças vem acompanhando essa demanda”, explica o presidente Luciano Almeida, presidente da Investe São Paulo.
Todos os funcionários de Indaiatuba terão transferência automática para Salto. A empresa cita a possibilidade de criação de vagas em caso de crescimento das vendas. O projeto da fábrica será tocado por um grupo liderado pelo diretor-geral de negócios de equipamentos originais (OE), Edilson Jaquetto.
“A ideia é ampliar a capacidade produtiva, acompanhando a demanda do mercado. Enquanto em Indaiatuba são produzidos 17 milhões de pastilhas por ano, a expectativa é que, em Salto, o número passe para 22 milhões. Já a produção anual de lonas dobrará de 9 milhões para 18 milhões de peças”, diz Jaquetto.”
O diretor informa que haverá um período de transição, com transferência gradativa para Salto entre 2015 e 2016, de forma que a TMD ficará operando simultaneamente nas duas unidades até a conclusão das instalações da nova indústria.