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Redação AB
A Toyota deu um novo passo para viabilizar a produção comercial do etanol celulósico, ou de segunda geração, obtido de vegetais não comestíveis. O laboratório de biotecnologia da montadora no Japão, encarregado da pesquisa, criou por meio de recombinação genética uma cepa de leveduras que auxilia no processo de fermentação.
Com a tecnologia, a companhia afirma ter chegado a um dos mais altos índices de densidade de fermentação de etanol já obtidos, de 47 gramas por litro. A novidade possibilita aumentar a obtenção do combustível a partir da celulose e reduzir os custos de produção.
O projeto está dentro da meta de redução de emissões de CO2 da empresa, que trabalha na busca por fontes alternativas de energia. A pesquisa na área de etanol celulósico abrange diversas etapas da produção do combustível, desde o pré-tratamento do material bruto, a sacarificação enzimática até a fermentação da levedura.