
A Hilux vendida no Brasil é produzida na fábrica de Zárate, na Argentina, que teve sua capacidade ampliada de 90 mil para 140 mil unidades/ano. “Investimos mais de US$ 800 milhões na unidade”, afirma o CEO da Toyota para a América Latina e Caribe, Steve St. Angelo. Para 2016 a intenção é produzir 97 mil veículos na soma da Hilux e do utilitário esportivo SW4, cuja versão renovada estará à venda no primeiro trimestre de 2016.
A Hilux foi toda reformulada. Mais que um novo desenho, as mudanças abrangem motor, cabines, painel, suspensões, um chassi mais resistente e maior oferta de equipamentos. O propulsor é agora um 2.8 turbodiesel com 177 cavalos. Tem 6 cv a mais que o anterior. O torque ficou 22% mais alto no confronto com a antiga transmissão manual e 25% superior no caso da caixa automática.
Segundo o diretor de planejamento e marketing Evandro Maggio, 40% das vendas devem se concentrar na versão intermediária SRV (R$ 177 mil) e 30% na nova topo de linha SRX (R$ 188.120). Os 30% restantes ficarão naturalmente para a SR até que entrem em linha as opções com câmbio manual.
A Hilux é a segunda picape média mais vendida no Brasil. No acumulado de janeiro até outubro teve 27,3 mil unidades emplacadas. Ficou atrás da líder Chevrolet S10 em menos de 700 unidades. É provável que essa renovação resulte em mais vendas da picape Toyota nos próximos meses.
A montadora é a sétima em volume de vendas no Brasil. Foram 146 mil unidades no acumulado do ano, com retração de 5,8% ante os mesmos dez meses de 2014. O mercado nacional de automóveis e comerciais leves recuou bem mais, 23,3%.
Veja abaixo a lista de preços da Hilux:
– Chassi-cabine 4×4 2.8 manual – R$ 114.860
– Cabine simples 4×4 2.8 manual – R$ 118.690
– Cabine dupla STD 4×4 2.8 manual – R$130.960
– Cabine dupla SR 4×4 2.8 automática – R$ 162.320
– Cabine dupla SRV 4×4 2.8 automática – R$ 177.000
– Cabine dupla SRX 4×4 2.8 automática – R$188.120