“A solução real para o crescimento da Toyota na América Latina e no Brasil seria mais produtos e, eventualmente, mais capacidade de produção. O mercado para os veículos Toyota no Brasil é limitado apenas pela capacidade da empresa de exportar ou produzir localmente de forma eficiente”, afirmou Hogan durante o evento Toyota Hybrid World Tour, em Michigan, nos Estados Unidos.
Apesar da afirmação, Hogan não deu um prazo para o início da operação de novas plantas ou quais veículos elas devem produzir. O conselheiro, ex-executivo da General Motors (foi presidente da GM Brasil), e que já comandou uma joint venture entre a GM e a Toyota, também disse que a companhia tem uma presença muito pequena no México, onde seu desempenho é fraco:
“Toyota tem uma fatia de 5% no México, lamentavelmente aquém das nossas expectativas para este mercado. Isso também será modificado com mais capacidade e mais produtos”, disse.
Na América Latina, a Toyota conta com três fábricas no Brasil, todas em São Paulo, em Indaiatuba (Corolla), Sorocaba (Etios) e São Bernardo do Campo (peças e componentes), além de uma unidade no México. A partir de 2015, a partir de uma parceria com a Mazda, a Toyota pretende começar a vender nos Estados Unidos e Canadá cerca de 50 mil unidades por ano de um modelo subcompacto que irá substituir o Yaris. O novo veículo será produzido na planta da Mazda que está em fase de construção no México.