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América Latina

Toyota precisa ampliar capacidade no Brasil e no México

A Toyota precisa aumentar sua capacidade de produção e oferecer mais tipos de veículos para impulsionar sua participação de mercado no Brasil e no México, as duas maiores economias da América Latina. O alerta é do mais novo membro do conselho da montadora japonesa, Mark Hogan, que assumiu o posto em junho.
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Redação AB

28 ago 2013

2 minutos de leitura

“A solução real para o crescimento da Toyota na América Latina e no Brasil seria mais produtos e, eventualmente, mais capacidade de produção. O mercado para os veículos Toyota no Brasil é limitado apenas pela capacidade da empresa de exportar ou produzir localmente de forma eficiente”, afirmou Hogan durante o evento Toyota Hybrid World Tour, em Michigan, nos Estados Unidos.

Apesar da afirmação, Hogan não deu um prazo para o início da operação de novas plantas ou quais veículos elas devem produzir. O conselheiro, ex-executivo da General Motors (foi presidente da GM Brasil), e que já comandou uma joint venture entre a GM e a Toyota, também disse que a companhia tem uma presença muito pequena no México, onde seu desempenho é fraco:

“Toyota tem uma fatia de 5% no México, lamentavelmente aquém das nossas expectativas para este mercado. Isso também será modificado com mais capacidade e mais produtos”, disse.

Na América Latina, a Toyota conta com três fábricas no Brasil, todas em São Paulo, em Indaiatuba (Corolla), Sorocaba (Etios) e São Bernardo do Campo (peças e componentes), além de uma unidade no México. A partir de 2015, a partir de uma parceria com a Mazda, a Toyota pretende começar a vender nos Estados Unidos e Canadá cerca de 50 mil unidades por ano de um modelo subcompacto que irá substituir o Yaris. O novo veículo será produzido na planta da Mazda que está em fase de construção no México.