
“A transmissão é automática e conta com um conversor de torque que permite uma transferência de força contínua, fator essencial para aplicações militares. Outra vantagem é que o ‘motorista’ pode focar mais no ambiente e arredores e não na troca de marchas”, afirmou Stefan Prebeck, diretor de sistemas de eixos e transmissões fora de estrada da ZF.
Para equipar o veículo, a transmissão automática também traz diferença com relação à primeira marcha, que permite dar mais força ao motor na arrancada: “A primeira marcha tem uma distribuição maior de 5,6, sendo que o normal é 3,43. Com isso, o veículo ganha um arranque mais rápido, mesmo levando uma carga pesada. A transmissão automática da ZF tem três marchas a mais (seis no total) e, dessa forma, acelera mais rapidamente, oferece maior velocidade final, desaceleração mais potente e melhor força de tração”, explica Prebeck.
Fabricada na unidade da ZF localizada em Friedrichshafen, no sul da Alemanha, a transmissão automática Ecomat equipa, além do Guarani, outros veículos de defesa pelo mundo, como o tanque Iveco SuperAV (transmissão ZF 7HP902), o utilitário Sherpa Medium MRAP (ZF 9S1310) e os caminhões de defesa da Renault, Sherpa Medium (ZF 6S1000) e Kerax, nas configurações 4×4, 6×6 e 8×8 (ZF 16S 2520 TO).