logo

carga

Transporte de carga tem defasagem de 11,95% em 2011

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

cria

01 fev 2012

2 minutos de leitura

NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Redação AB

Dados divulgados nesta quarta-feira, 1º, pela Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística, NTC & Logística, apontam que o frete cobrado em 2011 para o transporte rodoviário de carga apresentou defasagem de 11,95%, ou seja, a cobrança do serviço ficou abaixo dos custos, segundo pesquisa realizada pelo Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos (Decope) da entidade.

Em nota, a NTC informou que 2011 foi um ano instável para o transporte rodoviário de carga e que a evolução do setor não foi suficiente para recompor os fretes praticados.

A pesquisa também mostrou que algumas empresas transportadoras abrem mão de componentes tarifários, como o Gris, custo referente ao gerenciamento de risco obtido por meio de um porcentual aplicado sobre o valor da tonelada da mercadoria transportada, e do Frete-Valor. A NTC & Logística alerta para a necessidade de atualização dos valores tarifários: “É necessário regular as tarifas para assegurar lucros que possibilitem os indispensáveis investimentos. Sem isso, será muito difícil enfrentar os desafios atuais e futuros.”

Além do gargalo para equilibrar custos de operação e receita, a entidade aponta outros desafios para o setor, como a necessidade de atrair mão de obra: estima-se que o transporte rodoviário de carga no País necessite de 120 mil pessoas por ano para assumir a função de motorista; renovação da frota, hoje com idade média de 19 anos, atendimento das restrições impostas à circulação de caminhões em centros urbanos e rodovias e o cumprimento das novas exigências ambientais do Proconve 7.

“O setor rodoviário de carga tem um papel importante e deve contribuir para que o transporte não se transforme em obstáculo para o crescimento do País”, conclui a NTC em nota.