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Trevisan: efeitos da crise vão ficando para trás

Eduardo Pocetti, sócio-diretor e CEO da BDO Trevisan, destaca que mais uma série de dados econômicos dá conta que a economia real segue se distanciando dos efeitos negativos provocados pela crise financeira internacional.
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16 jul 2009

1 minutos de leitura

Entre as informações relevantes, a Associação Nacional dos Executivos de Finanças apurou que as taxas de juros e os prazos de financiamento nas operações de crédito oferecidas atualmente pelos agentes financeiros voltaram a patamares equivalentes aos de setembro de 2008, quando o banco de investimentos norte-americano Lehmann Brothers quebrou, o que serviu de estopim para a turbulência que ainda estremece a economia global.

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