
A abertura de revendas, contudo, teve atraso. A segunda e terceira lojas, programadas para janeiro deste ano, serão abertas só neste mês, em Porto Alegre (RS, dia 10) e Ribeirão Preto (SP, dia 11). Sobre o atraso, o gerente-geral, Marcelo Silva, explicou: “A procura inicial pelas motos em foi alta em São Paulo. A fábrica repassou ao concessionário cerca de 200 unidades em 2012 e outras 350 neste primeiro trimestre”, afirma Silva.
Nos próximos meses, segundo os executivos, haverá outras cinco concessionárias. Para maio eles preveem uma em Brasília (DF) e outra em Belo Horizonte (MG). Em junho chega a vez do Rio de Janeiro (RJ) e de Curitiba (PR) terem suas revendas abertas. E uma grande loja será aberta em Campinas até julho. Até o fim do ano, outras praças dadas como certas por Marcelo Silva são Recife (PE), Salvador (BA) e Florianópolis (SC). A meta é de 12 concessionárias até o fim de 2013.
Em maio, a fábrica de Manaus começa a produção de duas outras motos, a Daytona 675 e a Street Triple. “Elas chegam às concessionárias em junho”, garante o gerente-geral. Um exemplar de cada uma está no centro técnico da Triumph na cidade de São Paulo, ao lado do escritório da companhia, que investiu R$ 19 milhões para instalar-se no Brasil, montar e vender aqui suas motocicletas. A Triumph produz no Brasil com componentes vindos de Hinckley, Inglaterra, e Chonburi, Tailândia (veja aqui).
ATÉ O FIM DO ANO, R$ 800 MIL EM ROUPAS
Todas as revendas terão butique para venda de acessórios para motocicletas, roupas e objetos com a marca do fabricante inglês. “Traremos até o fim deste ano R$ 800 mil em roupas”, afirma o gerente de pós-venda, Cláudio Peruche.
Mais que camisetas, jaquetas e bonés, a empresa tem grande interesse na venda de itens para as motos. Peruche ainda não sabe o tamanho da fatia que essas peças terão, mas já se prepara para entregar à rede itens como malas laterais, faróis auxiliares, para-brisas, suporte para navegador (GPS) e manoplas com aquecimento.