Segundo ainda o jornal, existe um consenso de que um programa de renovação da frota no País, para a qual a inspeção veicular serve de base, deveria ser iniciado em bases mais simples que nos países que já têm tradição no assunto. Enquanto na Europa programas incentivam a troca direta do carro usado por um zero, no Brasil poderia haver um bônus para permitir a troca por um mais novo.
“Seria uma espécie de cascata até chegar ao carro novo”, disse ao Valor o engenheiro Henry Joseph Jr., presidente da comissão de energia e meio ambiente da Anfavea. O vice-presidente comercial da Renault, Christian Pouillaude, também admite que seria mais fácil começar pelo estímulo à troca pelo seminovo.
Segundo ainda o jornal, não há como pôr em prática a renovação de frota sem antes regulamentar a inspeção veicular, única forma de tirar das ruas os carros sem condições de circular e de exigir o reparo dos que precisam de manutenção. Projeto de lei para a implantação da inspeção técnica ainda está na fila para votação no plenário da Câmara dos Deputados.