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UAW acusa Honda, Hyundai e VW de coagirem sindicalizados

O sindicato dos metalúrgicos dos EUA cita agressivas campanhas para dissuadir os trabalhadores de se organizarem
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Redação AB

13 dez 2023

1 minutos de leitura

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O sindicato United Auto Workers (UAW), dos Estados Unidos, voltou aos holofotes. Na segunda-feira, 11, a entidade relatou que montadoras estariam adotando práticas trabalhistas injustas para que funcionários deixem de ser sindicalizados e, portanto, deixem de se organizar.

As acusações da entidade envolvem as fabricantes Honda, Hyundai e Volkswagen.

Um funcionário da Honda disse que a administração ordenou ilegalmente que os trabalhadores removessem os adesivos sindicais dos seus chapéus. A Hyundai, por sua vez, entrevistou funcionários ilegalmente sobre o seu apoio ao UAW e confiscou materiais sindicais.


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A Honda informou por meio de comunicado que “incentiva os associados a se envolverem e a obterem informações sobre esse assunto”. Disse também que não interfere no direito dos associados de se envolverem em atividades de apoio ou oposição ao UAW.

Já a Hyundai disse que os funcionários no Alabama “podem optar por aderir a um sindicato ou não, conforme seu direito legal”.

O UAW disse que a VW ameaçou e coagiu funcionários que discutiam sindicalização durante o horário de trabalho. Por meio de nota, a empresa informou que “respeita os trabalhadores” e que “levam reivindicações como essas muito a sério”.

Com sede em Detroit, o UAW disse no mês passado que trabalhadores de 13 montadoras não sindicalizadas estavam anunciando campanhas simultâneas em todo o país para aderir ao sindicato, incluindo Tesla, Toyota, Volkswagen, Honda, Hyundai, Rivian, Nissan, BMW e Mercedes-Benz.