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Um novo flex baseado no motor a álcool

Como colocar na mesma cesta de trabalho praticamente todas as montadoras que atuam no Brasil? Para a Mahle esse é um desafio equacionado. Acostumada a trabalhar no aperfeiçoamento de componentes e performance de motores, a empresa criou um sistema de máxima confidencialidade para os clientes, com mecanismos de controle de acesso e segurança. Ricardo de Abreu, diretor de tecnologia da Mahle Metal Leve S.A., acompanha de perto esse trabalho e faz sigilo sobre resultados. Ele estima que hoje é possível desenvolver um projeto completo de motor em 18 meses, partindo do zero. Quando Automotive Business questionou a eficiência dos motores atuais existentes no Brasil, ele explicou que a maioria dos propulsores do mercado, originalmente a gasolina, foi adaptada para uso de álcool, criando a geração flex. “Pode chegar a hora de fazer o contrário: produzir motores para álcool capazes de usar gasolina em caso de flutuações no abastecimento de combustíveis”. Seria uma nova geração do flex.
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cria

26 jun 2008

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