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Uma lei rouanet para o setor automotivo
O Brasil precisa definir seu posicionamento no mercado global de automóveis, como fez a Índia ao optar pela produção de carros de baixo custo como o Tata Nano. Ou como a China, que em 2006 investiu US$ 40 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, e a Coréia, que já se destaca no ranking dos melhores veículos do mundo da reconhecida consultoria norte-americana JD Power. O alerta foi de Rogelio Golfarb, diretor de Assuntos Governamentais da Ford Brasil, durante o Simpósio SAE BRASIL de Novas Tecnologias Automotivas – O xeque-mate da competitividade, realizado neste dia 7 de abril, em São Paulo. “Existe muito espaço para crescer e inovar. A indústria automotiva merece incentivos como uma Lei Rouanet”, disse.
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08 abr 2008
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