
A publicação ouviu o ponto de vista de montadoras, sistemistas e fornecedores de componentes e serviços. Enquanto os veículos brasileiros trazem 15% a 25% de seu conteúdo em produtos eletroeletrônicos, no primeiro mundo é possível chegar ao patamar dos 45%. O novo Focus tem um terço de seus materiais (bill of materials) correspondentes a eletroeletrônicos.
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César Manieri, gerente de contas sênior da Infineon, afirma que o Brasil não produz componentes para eletrônica embarcada, que são 100% importados. Mas o País já domina o conhecimento de arquiteturas e softwares e monta produtos para veículos a partir das compras no exterior.
Na área de rastreamento, em ebulição, pode surgir uma boa novidade em semicondutores: a nacionalização dos chips. Será?
A revista tem circulação dirigida e será distribuída na segunda quinzena de março. Na capa, uma modelo anuncia: você vai se conectar.