Como resultado dessa maratona criativa, o carro de 600 quilos chega ao mercado por algo como US$ 2 mil. Os preços variam em função da região e do conteúdo e ao preço na porta da fábrica são acrescentados o custo do frete e a comissão dos distribuidores. O website WWW.tatanano.com traz a tabela de preços.
O motor Bosch, de dois cilindros e 35 cavalos, a gasolina, faz até 23,6 km/l e leva o carro a até 105 km/h. Segundo dados do fabricante, o carro emite 101 gramas de CO2 por quilômetro rodado – menos que o Prius (104 g/km). São necessários 17 segundos para acelerar de zero a 100 km/h.
Considerando o preço do Nano na casa dos R$ 4.600 na Índia, ele custa 20% do valor do Effa M1000, carro mais barato vendido no Brasil.
Valeika escreve, ainda, que o Nano vai ao forno apenas uma vez durante a pintura, traz um pneu simplório como estepe, usa só três parafusos para prender as rodas e o motor de arranque é de motocicleta. No painel há apenas velocímetro, odômetro e medidor de combustível. Há retrovisor externo apenas para o motorista. O acesso ao tanque é feito com a abertura do capô. O modelo básico não tem rádio, direção hidráulica, trio elétrico ou aquecedor – esses opcionais podem ser encontrados nas concessionárias.
A matéria de Valeika está na Exame de 8 de abril.