
A Tembici, que administra o programa Bike Itaú em diversas cidades brasileiras, apresentou na quinta-feira, 29, um estudo em parceria com o Laboratório de Mobilidade Sustentável da UFRJ, a Aliança Bike e a Giz sobre o uso de e-bikes na capital fluminense. Segundo a pesquisa, o primeiro semestre de 2021 teve crescimento de 33% no uso desses aparelhos em relação ao ano passado.
Para 12% dos respondentes, a introdução das bicicletas elétricas na capital, em setembro de 2020, possibilitou a realização de trajetos que antes não eram feitos com a bike convencional, incluindo uma rota que fica entre duas estações onde há um grande aclive (Largo do Machado e Praça David Bem Gurion).
Os pesquisados também destacaram, como maiores vantagens das bikes elétricas, a agilidade no trajeto, a maior facilidade para pedalar nas subidas, a diminuição no tempo das viagens e a diminuição do cansaço físico ou suor. Em nossa recente reportagem sobre última milha, destacamos que a bicicleta é a solução ideal para distâncias curtas, de 5 a 8 quilômetros, devido ao seu baixo custo de aquisição e manutenção, ao estímulo do exercício físico e à ausência de emissão de gases poluentes.
O estudo será apresentado na íntegra em um seminário online realizado pelo PROMOB-E, um projeto de cooperação técnica executado pelo Ministério da Economia em parceria com o Ministério Alemão de Cooperação Econômica e para o Desenvolvimento por meio da agência de cooperação Giz.

