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Valtra manda bem com seus tratores no Sudeste

Série T CVT tem motores de 195 até 250 cv e transmissão automática continuamente variável
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Redação AB

04 mai 2017

2 minutos de leitura

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Não é apenas a safra recorde de 230 milhões de toneladas de grãos colhida no País que motiva a Valtra. A fabricante de tratores e máquinas está bastante focada na agricultura do Sudeste. “Os 468 milhões de toneladas de cana da safra 2016-2017 colhidos na região representam alta de 7% em relação ao período anterior”, afirma o diretor de marketing da companhia, Paulo Beraldi. “A renovação dos canaviais vem aumentando a produtividade.”
A safra de café na região para o período é de 46 milhões de sacas, uma alta ainda mais expressiva, 23% sobre o período anterior. Juntas, as duas culturas responderão por mais de três quartos da renda agrícola estimada para 2017 na região: R$ 76 bilhões. Desse total, 47% virão do setor canavieiro e 29% da cafeicultura.

Como resultado do bom desempenho registrado pelo Sudeste, a venda de tratores na região cresceu 24% nos primeiros três meses do ano sobre o mesmo período do ano passado, quatro pontos a mais do que a média brasileira.
E esse bom momento acabou pegando a Valtra de surpresa. A companhia chegou a ampliar a produção em 2016 para ter um bom estoque no início de 2017 em razão da mudança de legislação de emissões, que acaba encarecendo os produtos. “Mas essa antecipação não foi suficiente a vendi já em 2016 o que deveria ser entregue neste ano”, afirma Beraldi. NOVIDADES NA AGRISHOW
Calçada nesses bons resultados, a Valtra mostra nesta 24ª Agrishow (que ocorre até o dia 5 em Ribeirão Preto, SP) a nova série T CVT de tratores, com transmissão continuamente variável. São quatro modelos, com potências de 195, 210, 230 e 250 cavalos.
Segundo a empresa, outra novidade além da transmissão CVT está na suspensão adotada para o eixo dianteiro e na bomba com vazão hidráulica de 190 litros por minuto.
A companhia também leva à Agrishow a nova colhedora de cana BE 1035e, equipada com motor de sete cilindros e 350 cavalos. “Tínhamos como meta para esse equipamento uma produção média de 425 toneladas por dia e ela atingiu em uso real 515,3 toneladas. E o consumo de diesel na prática foi de 1,02 litro por tonelada, bem abaixo de nossa meta de 1,32 litro”, diz Beraldi.