
Especialistas apontam diferentes motivos para tantas convocações: “A indústria está muito competitiva e os prazos para desenvolver os modelos estão menores”, explicou a ele o engenheiro mecânico Francisco Nigro, professor da Poli.
Para Luiz Carlos Augusto, diretor superintendente da consultoria Jato, o motivo para tantas convocações está no crescimento da produção: “Com a demanda grande, aumenta a tolerância das montadoras às variações nos itens fornecidos pelas fábricas de autopeças”, explica. Essas variações podem surgir, por exemplo, na espessura de uma peça metálica.
A pressão pela redução de preços é outro fator apontado ao jornalista do Jornal da Tarde: “Às vezes só se consegue baixar custos mexendo no produto e afetando sua qualidade”, acredita Augusto.