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Veículos leves: grandes perdem mais mercado

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Giovanna Riato

07 mar 2012

4 minutos de leitura

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Giovanna Riato, AB

O primeiro bimestre evidenciou que 2012 será um ano de movimentação no ranking de vendas de veículos leves. Com 517,7 mil carros emplacados entre janeiro e fevereiro, o mercado nacional ficou estável, com suave queda de 0,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. O bloco das quatro fabricantes que mais vendem no Brasil (Fiat, Volkswagen, General Motors e Ford), no entanto, entregou 1 ponto de participação e responde agora por 70,6% do total comercializado no País. O resultado negativo foi causado pelas perdas da Volks e da Ford. A Fiat manteve a presença nas vendas, enquanto a GM cresceu no período.

A montadora italiana acompanhou o mercado, com leve retração de 0,1% no número de licenciamentos para 107,3 mil veículos. A fabricante manteve a liderança, com 21,9% de market share. Já a Volkswagen teve a maior queda entre as primeiras colocadas do ranking e reduziu as vendas em 6,9%, para 101,3 mil carros. O tombo resultou em uma perda de 1,5 ponto de participação, para 20,7%.

A General Motors foi a única entre as quatro maiores a registrar crescimento. As vendas da companhia aceleraram 4,7%, para 91,5 mil veículos, impulsionadas pelo lançamento do sedã Cobalt. O novo carro da Chevrolet deu fôlego para a montadora ampliar em 0,8 ponto a presença no mercado nacional, para 18,7%. Na contramão da concorrente, a também norte-americana Ford anotou declínio de 4,1% nas vendas durante o primeiro bimestre do ano, para 44,6 mil carros. A marca perdeu fatia de 0,3 ponto e ficou com 9,1% de participação no período.


LIDERANÇA DILUÍDA

A descentralização das vendas de veículos leves não acontece apenas entre as quatro maiores. As 10 principais marcas do País viram sua participação no mercado cair de 91,8% no primeiro bimestre de 2011 para 90% no mesmo período deste ano. Hyundai, Honda e Citroën perderam espaço. A Peugeot, que já fechou 2011 com retração, anotou queda de 22,6% nas vendas entre janeiro e fevereiro, para 10,1 mil unidades. Com isso, a marca passou para a 11ª colocação no ranking.

Já a fabricante coreana cresceu em 2011, mas desacelerou 14,1% no bimestre, para 13,7 mil veículos. A Honda sofreu baixa ainda maior, de 22,9% para 13,3 mil licenciamentos. A Citroën reverteu a curva de expansão e viu os negócios frearem 25,1%, com 10,8 mil carros.

A exceção à desaceleração das principais marcas ficou para a Toyota e para a aliança Renault Nissan. A fabricante japonesa recuperou o terreno perdido no ano passado, quando teve a produção nacional afetada pelo terremoto seguido de tsunami que atingiu a matriz. As vendas da marca cresceram 6,6%, para 14,3 mil carros. Com o movimento, a empresa garantiu 2,9% de participação.


OFENSIVA DA RENAULT NISSAN

A aliança Renault Nissan deu continuidade ao crescimento iniciado no ano passado com o anúncio de investimentos no País e a chegada de novos modelos (leia aqui). A marca francesa consolidou a quinta posição no ranking e ficou mais próxima da Ford, quarta colocada. As vendas da montadora avançaram significativos 35,8% no primeiro bimestre de 2012 em relação ao resultado registrado há um ano, para 32,7 mil veículos. Com isso, a fabricante abocanhou fatia de 1,7 ponto porcentual do mercado, para 6,7% de participação.

Com 15,9 mil carros emplacados em janeiro e fevereiro, as vendas da Nissan cresceram expressivos 111,9%. O avanço fez a marca saltar da 12ª para a sexta posição no ranking de vendas e ganhar 1,7 ponto de market share, para 3,2%.

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