“Presente em todos os setores – veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis e serviços, o sistema de consórcio tem marcado presença significativa no escoamento da produção de, por exemplo, motocicletas, com 43,3% de participação e de veículos leves, com 13,4% de janeiro a junho”, adianta Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.
Do total de cotas vendidas para a compra de veículos, 43,3% delas ou 654,5 mil unidades foram negociadas para aquisição de motocicletas, volume 1,9% abaixo do registrado em mesmo período de 2012. Em valores, essas cotas acumulam R$ 7,2 bilhões, cujo valor médio de cada unidade permaneceu em R$ 11 mil no fim do primeiro semestre. O número de participantes somou 2,42 milhões, alta de 4,3% sobre igual período de 2012. Entre janeiro e junho as contemplações, que são os consorciados que tiveram a oportunidade de comprar o bem, chegaram a 352 mil, 2,1% abaixo do volume anotado um ano antes.
Com 17% de crescimento, as vendas de cotas para a aquisição de veículos leves, entre automóveis e comerciais leves, totalizaram 484 mil unidades no primeiro semestre, totalizando volume de negócios em R$ 20,1 bilhões. O valor médio das cotas neste grupo diminuiu 2,1%, para R$ 42,9 mil e as contemplações subiram 9,2%, para 192 mil. Enquanto isso, o número de participantes passou de 1,74 milhão em junho de 2012 para 2,10 milhões até junho deste ano, expressiva alta de 20,7%.
No grupo de veículos pesados, as novas cotas ultrapassaram as 23,2 mil unidades no primeiro semestre, 4,1% abaixo da primeira metade do ano passado, representando R$ 3,4 bilhões em valores de negócio. O valor médio de cada cota fechou o período em R$ 153,8 mil, avanço de 5,3% sobre o valor apurado um ano atrás. Novos consorciados no grupo somaram 204,5 mil participantes entre janeiro e junho de 2013, alta de 5% sobre o ano passado, enquanto que as contemplações cresceram 2,5%, para 16,2 mil, na mesma base de comparação.