logo

Anfir

Venda de implementos rodoviários avança 14,6%

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

cria

12 dez 2011

3 minutos de leitura

G_noticia_12533.gif
NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Redação AB

O mercado de implementos rodoviários avançou 14,6% entre janeiro e novembro deste ano sobre o mesmo período de 2010, para 173,9 mil unidades. O crescimento entre os segmentos, no entanto, foi desigual. Enquanto as vendas carrocerias sobre chassis aceleraram 20,1% para 119,5 mil equipamentos, as de reboques e semirreboques evoluíram 4,2%, com 54,3 mil implementos.

A Anfir, associação que reúne os fabricantes do setor, aponta a mudança das regras do Finame, que restringiu o acesso ao crédito, como uma das responsáveis pelo desequilíbrio. Desde abril, só é possível financiar 70% do bem. A medida afetou principalmente a linha pesada, com valor mais elevado e maior dependência de crédito. Com isso, houve redução no ritmo de expansão das vendas. Até abril o emplacamento de implementos avançava ao ritmo de 22,8% na comparação com o ano anterior.

A entidade avalia que a antecipação das compras de caminhões antes do início do Proconve P7, que entra em vigor em janeiro de 2012, também ajudou a frear a expansão do setor. Apesar de o adiantamento não ter sido tão intenso quanto o previsto, a associação afirma que as empresas priorizaram o investimento em veículos.


Expectativas

Diante do cenário adverso, a Anfir prevê que o setor de implementos rodoviários encerre o ano com retração de 1% nas vendas de reboques e semirreboques e alta de 8% na comercialização de carrocerias sobre chassis. O tombo terá que ser grande para que o ano acabe nesse nível. Em 2010 as vendas de dezembro foram 49% superiores à média do acumulado do ano até novembro. Em 2009 esse número foi 30% maior.

Mesmo com a possibilidade de baixa em 2011, a entidade espera recuperar o mercado a partir do ano que vem. A velocidade da expansão nas vendas, no entanto, vai depender do ritmo de crescimento da economia.