
Até o fim de 2015 a entidade estima 1,23 milhão de unidades, volume 14,1% menor que o anotado em 2014. O total só não será menor por causa das entregas realizadas por consórcio: “A modalidade responde hoje por 45% a 50% das vendas do setor”, afirma o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.
O executivo atribui o fraco desempenho do setor à taxa de aprovação das propostas de financiamento, por volta de 15%. “Os consumidores têm dificuldade de comprovar renda”, recorda Assumpção. Dessa forma, os números esperados para 2016 devem se escorar novamente nos consórcios e também em alguns lançamentos decorrentes da legislação de emissões.
Isso porque em janeiro de 2016 entra em vigor a segunda fase do Promot 4, programa de controle de emissões para motos que obrigará os fabricantes a mudar ou renovar seus produtos. Tanto Honda como Yamaha vão mostrar modelos abaixo de 150 cc nas próximas semanas.