
O segmento de leves, o mais volumoso (721,3 mil novas cotas no período), registrou discreta alta de 1,7%. Os números são da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac).
Os principais indicadores da modalidade anotaram recuo no somatório de todos os tipos de veículo: em participantes consolidados (-2,4%), em volume de créditos comercializados (-13%) e em contemplações (-9,9%). Já a participação do consórcio em créditos concedidos de janeiro a setembro atingiu 28,7%, um crescimento de 2 pontos porcentuais sobre os mesmos nove meses de 2015.
Embora o consórcio seja atualmente a principal forma de venda de motocicletas novas (36% do total, ante 32% dos negócios à vista e outros 32% por crediário), o segmento registrou queda expressiva não só na venda de novas cotas, mas também em créditos comercializados (-38,4%), contemplações (-16,3%) e volume de créditos disponibilizados (-16,5%).
DESEMPENHO EM USADOS
Os números divulgados pela Abac apontam crescimento permanente do consórcio para a venda de veículos usados nos últimos cinco anos. Enquanto a média mensal de vendas pela modalidade em 2011 era de 10,4 mil unidades, no acumulado até setembro deste ano atingiu 22,3 mil, uma evolução de 114,4%.
“Ao planejar a futura compra de um novo carro, zero ou seminovo, o consumidor passou a considerar o preço mais em conta, valor do seguro, índice de desvalorização menor e a optar pelo consórcio para viabilizar a aquisição de um seminovo”, afirma o presidente da Abac, Paulo Roberto Rossi.