A produção local no acumulado até abril foi de 107 mil unidades, resultando em queda de 13,6% pela comparação interanual. Os negócios com o Brasil e outros mercados regionais impediram uma queda mais acentuada nas montadoras locais. A Adefa teme agora o aumento promovido pelo governo argentino de 0,5% para 2,5% da taxa sobre importações.
“Analisamos com grande preocupação o alcance dessa alta nos custos de produção e venda de veículos, levando em conta a situação pela qual o setor já está passando”, diz o presidente da Adefa, Luis Fernando Gamboa. |
As exportações argentinas também caíram, a despeito da recuperação do mercado brasileiro. Entre janeiro e abril o país vizinho exportou 68,4 mil unidades, volume 11,4% mais baixo que nos mesmos quatro meses do ano passado.
