
O levantamento é da Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base integrada de informações que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo o Brasil.
A queda de 19,5% no parcelamento de veículos novos foi puxada pelos automóveis de passeio, que recuaram 22,1% no acumulado do ano. No caso dos usados também houve retração nas vendas a prazo, mas bem menor, 1,6% na comparação com o primeiro semestre do ano passado.
As motos parceladas neste primeiro semestre (novas e usadas) somaram 484,7 mil unidades, volume 7,7% menor que o do mesmo período de 2014. O resultado negativo foi puxado essencialmente pelas motocicletas zero-quilômetro, que somaram 431,4 mil unidades vendidas a prazo no primeiro semestre, resultando em queda ainda mais elevada, de 8,7%.
As vendas a prazo de caminhões zero-quilômetro e de segunda mão totalizaram 102,5 mil unidades. O volume é 29,9% menor que o registrado no primeiro semestre de 2014. A queda para os pesados novos é a mais acentuada, 45,4%. A retração nos usados é de 6,6%.
A forma mais utilizada de parcelamento é o CDC, que no primeiro semestre respondeu por 81% das vendas a prazo. Em segundo ficou o consórcio (16%). O leasing mantém participação discreta de 1,2%.