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Redação AB
A China registrou alta de 32,3% nas vendas de carros em 2010, para o recorde de 18 milhões de unidades. A expectativa é de queda no ritmo no primeiro semestre deste ano por conta da retirada de incentivos fiscais, aumento do preço dos combustíveis e legislação mais rigorosa para o licenciamento de veículos.
Em 2010 a produção do gigante asiático cresceu ao mesmo ritmo das vendas e avançou 32,4%, para 18,2 milhões de veículos. Só em dezembro foram comercializados 1,6 milhão de unidades, alta de 17,9% no reajuste anual e queda de 1,79% na comparação com novembro. Já a produção acelerou 22,3% no mês sobre o mesmo período de 2009 e 6,2% na comparação com novembro, para 1,8 milhão de unidades.
O maior volume de vendas ficou concentrado em carros compactos. Como fim dos incentivos fiscais em 2011, o imposto cobrado sobre modelos do segmento subirá de 7,5% para 10%. O retorno da alíquota estimulou as compras e esgotou os estoques.
2011
Além do final de subsídios cedidos pelo governo em 2009, durante a crise internacional, as vendas na China sofrerão o impacto de novas normas para o licenciamento de carros. Os emplacamentos foram limitados a 20 mil unidades por mês em Pequim. O objetivo da medida é viabilizar o trânsito da cidade e reduzir a emissão de poluentes.
Com isso, a expectativa é que o país apresente uma expansão um pouco menor das vendas. O avanço deve ficar entre 10% e 15% no primeiro semestre deste ano.
Com informações do Valor Online e de agências internacionais.