
A Ásia e a América do Sul tiveram papel importante no desempenho da companhia. As vendas na Ásia cresceram mais de 20% pelo sétimo ano consecutivo. Na América do Sul, superaram os 26% de alta.
O plano de ação da Faurecia para gerar caixa trouxe resultados e o grupo obteve fluxo de caixa líquido de € 144 milhões, acima dos objetivos. Segundo a empresa, sua dívida teve redução de € 290 milhões.
VENDAS POR REGIÃO
Na América do Sul, as vendas de produtos chegaram a € 717 milhões, resultando em aumento de 26,3% sobre o mesmo período em 2012. No segundo semestre de 2013, as vendas de produtos aumentaram 21,7% na região por causa da divisão de exteriores de veículos. A participação do Brasil foi de 83% no Brasil. A Argentina respondeu por 15% e o Uruguai, 2%.
Na América do Norte, o fornecimento somou € 3,71 bilhões, resultando em discreto aumento de 1,3% em relação a 2012, enquanto a produção de automóveis na região subiu 5%. Na Europa, as vendas da Faurecia se mantiveram estáveis, com € 7,41 bilhões. Na Ásia, suas entregas atingiram € 1,71 bilhão, resultando em aumento de 24,3% em relação a 2012. Somente na China, as vendas somaram € 1,39 bilhão.
VENDAS POR DIVISÃO DE NEGÓCIOS
Para a fabricante de peças e sistemas, a divisão de negócios com o crescimento mais dinâmico foi a de tecnologia de controle de emissões. As vendas de produtos somaram € 6,4 bilhões de euros, alta de 7,3% sobre 2012. O segmento de assentos automotivos da empresa alcançou € 5,2 bilhões, alta 3,4%.
A divisão de sistemas de interiores registrou vendas de € 4,6 bilhões, acréscimo de 4,1% sobre 2012. A de exteriores foi de € 1,9 bilhão, um aumento de 3,9% em relação a 2012.
FLUXO DE CAIXA E REDUÇÃO DA DÍVIDA
O fluxo de caixa líquido da Faurecia foi de € 144 milhões, impactado positivamente pela adoção de estratégia comercial seletiva. No fim de 2013, a dívida financeira líquida do grupo chegou a € 1,52 bilhão, ante € 1,81 bilhão em 2012.
Para 2014, a Faurecia estima aumento de 3% da produção automotiva global.
Para a Europa, a empresa prevê estabilidade ou até 2% de alta; na América do Norte, até 3%; na China, 7% e na América do Sul, ao menos 4%. Assim, a empresa estima que o ano fiscal de 2014 apresente entre 2% e 4% de aumento nas vendas, crescimento no lucro operacional (entre 20 e 50 pontos base) e fluxo de caixa líquido positivo.