
Barros salientou que 64% das exportações brasileiras são destinadas aos países emergentes. Nos Estados Unidos esse volume chega a 50%.
Diante de um forte crescimento da economia brasileira, comprovado pelos números recordes da indústria automobilística, o Bradesco estima alta de 6,4% do PIB no País. Para os anos seguintes, a expansão média deverá ser de 4,7%, segundo a instituição. “Como o Brasil não fará reformas, não conseguirá sustentar crescimento de 6%. Renunciaremos a um crescimento maior por falta de estrutura”, destacou.