
O executivo avalia que a melhor expectativa para a economia, com aumento da confiança, pode estimular a compra de implementos rodoviários por frotistas que investiram em equipamentos em 2011, antes do Euro 5, e têm interesse em renovação agora. “Deverá ser um movimento gradual”, estima Braga.
QUEDA CHEGA A 30,8% ATÉ AGOSTO
Se o aumento esperado para 2017 acontecer, ele vai compensar apenas parte das perdas do setor. Entre janeiro e agosto deste ano as vendas de implementos rodoviários encolheram importantes 30,5%, para 42,6 mil equipamentos. O tombo foi puxado pela linha leve de produtos, de carrocerias sobre chassis, que teve 25,9 mil emplacamentos, com redução de 37,5% na comparação com igual intervalo do ano passado. A procura por implementos pesados encolheu 17,1%, para 16,6 mil unidades.
O dado positivo fica para as exportações, que evoluíram 24% e somaram 2,1 mil equipamentos. A Anfir aponta que o bom resultado é reflexo da estratégia de internacionalização da entidade em parceria com a Apex-Brasil, agência de promoção das exportações. A cooperação aumenta a presença das fabricantes brasileiras de implementos em eventos internacionais relacionados ao setor.