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Fenauto

Vendas de usados crescem 1,1% no 1º trimestre

As vendas de veículos seminovos e usados, incluindo automóveis, motos e comerciais leves e pesados, no mercado nacional cresceram 1,1% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, informou a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), na quinta-feira, 2. Foram vendidos nos primeiros três meses deste ano 2,76 milhões de usados contra 2,73 milhões no mesmo intervalo de 2012.
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Redação AB

02 mai 2013

2 minutos de leitura

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Do total anotado, 1,75 milhão foram automóveis, com alta de 0,6% sobre o ano passado; 354,5 mil comerciais leves, salto de 8,0%; 563,2 mil motos, aumento de 2,7%; e 76,4 mil comerciais pesados, o único segmento a anotar queda, de 2,1%, em relação ao primeiro trimestre de 2012.

Dentre as regiões, Nordeste e Norte foram as que tiveram crescimento mais expressivo, com alta de 11,2% e 5,4%, respectivamente.

Entre os automóveis seminovos e usados, o modelo mais vendido foi o Volkswagen Gol (líder de vendas entre os zero-quilômetro), com 81,9 mil unidades entregues, seguido pelo Uno, com 48,6 mil, e do Palio, com 46,6 mil unidades.

Já entre as motos seminovas e usadas, lidera o ranking de vendas a Honda CG 150, com 42,3 mil unidades. Na sequência ficaram CG 125 e Biz, também da Honda, com 42,3 mil e 17,5 mil unidades, respectivamente.

O presidente da Fenauto, Ilídio Gonçalves dos Santos, comenta em nota: “Apesar do incentivo dado aos veículos novos, como a isenção do IPI, nosso setor apresenta uma recuperação sustentada. As revendas vêm consolidando aos poucos junto ao consumidor a mensagem de que a aquisição de um veículo seminovo é cada vez mais vantajosa. Os agentes financeiros também estão percebendo isso, na medida em que os índices de financiamento estão retornando, gradualmente, a níveis obtidos há dois ou três anos. Não é por acaso que o volume de transações efetuadas pelos quase 41 mil lojistas alcançou a incrível marca de 12 milhões no ano passado, movimentando cerca de R$ 230 bilhões, sendo cerca de R$ 60 bilhões somente em financiamentos a usuários finais.”