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No comparativo de março contra igual mês do ano passado houve crescimento de 6,1% nos emplacamentos de leves, que passaram de 173,2 mil para 183,8 mil unidades. Também houve expressiva melhora de 39% das vendas na passagem de fevereiro para março passado, o que é explicado pelo maior número de dias úteis, 18 contra 23 , respectivamente.
Mais importante é que, mesmo com maior número de dias para diluir os emplacamentos, a média diária subiu, passando de 7,35 mil em fevereiro para 7,99 mil por dia útil em março. Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, esta diferença de cinco dias úteis a mais contribuiu fortemente para o resultado. Para ele, os sinais de recuperação começam a aparecer.
“Na comparação em dias úteis a variação diária em março foi positiva em 8,5%, o que demonstra uma sinalização positiva. Apesar da manutenção das incertezas políticas e econômicas do País, acreditamos que a curva de queda no acumulado deverá arrefecer para que possamos ter um crescimento moderado até o fim deste ano”, pondera o executivo.
Contudo, o segmento leve vive dois momentos distintos neste início de ano: enquanto os emplacamentos de automóveis recuaram 2,4% no acumulado do primeiro trimestre, para 391,8 mil unidades, os licenciamentos de comerciais leves subiram 7,1% no mesmo período ao somar 67,9 mil unidades.
O bom momento dos comerciais se deve principalmente à picape Fiat Toro, que junto com a irmã menor Strada forma a dupla de modelos mais vendidos no segmento: juntas emplacaram mais de 23,5 mil unidades de janeiro a março, sendo 12,2 mil Strada e 11,2 mil Toro. Para se ter ideia, a Volkswagen Saveiro, terceira colocada no ranking de comerciais leves, emplacou menos de 9,5 mil unidades no período acumulado.