
A América do Sul, principalmente por causa da retração econômica no Brasil, foi a região com maior queda nas vendas de janeiro a julho: de 14%, para 14 mil emplacamentos. Na Europa, o declínio foi mais suave, de 2%, com 41 mil caminhões entregues.
A marca Volvo vendeu sozinha 67,2 mil veículos no acumulado do ano, volume 10% maior do que o observado em 2013. Sua demanda cresceu 6% na Europa e na Ásia, 40% na América do Norte e só caiu, o equivalente a 11%, na América do Sul, onde foram licenciados 12,8 mil caminhões.
JULHO
A retração do mercado sul americano exerceu mais impacto no resultado de julho do Grupo Volvo Trucks. Neste mês, as vendas globais do grupo totalizaram 15,4 mil unidades, o que representa uma queda de 9% na comparação com igual mês do ano passado.
A América do Sul anotou queda de 36% nos pedidos do mês, para 1,5 mil unidades. Na Europa, o desempenho também foi ruim, com declínio de 17%, para 5,6 mil caminhões das marcas do grupo emplacados. Na Ásia, a retração chegou a 15%, com 1,9 mil unidades comercializadas.
O desempenho do grupo só não foi pior por causa da América do Norte, onde houve um incremento na ordem de 21% na demanda, para o equivalente a 4,7 mil caminhões.