
“Mesmo assim, esperamos manter um crescimento saudável na China este ano”, afirma o líder de vendas do Grupo VW, Fred Kappler. Em outras grandes regiões a companhia conseguiu crescer, até mesmo na América do Sul, onde os 39,6 mil veículos resultaram em alta de 8,6%, apesar da dificuldade que ainda afeta o Brasil (que entregou 19,3 mil veículos e recuou 18%).
Na América do Norte foram entregues 66,6 mil veículos, alta de 9%. O bom resultado foi motivado pelos Estados Unidos, que absorveram 41,5 mil unidades.
O mercado europeu como um todo adquiriu 312,9 mil veículos e cresceu 7%. Os países ocidentais compraram 262,9 mil veículos e cresceram 5,8%. A região central e o leste europeu assimilaram 50 mil veículos do Grupo VW e cresceram 13,6%. Na Rússia, que teve um período crítico para as vendas do Grupo, os 9,8 mil veículos entregues em janeiro permitiram discreta alta de 1,3% sobre o mesmo mês de 2016.
DESEMPENHO POR MARCA
Como reflexo do ano-novo chinês, a marca Volkswagen registrou queda de 4,9% em janeiro ao vender 495,9 mil veículos. As dificuldades daquele mercado impactaram ainda mais a Audi, que entregou 124 mil veículos e recuou 13,5% ante janeiro de 2016. Da Skoda foram repassados 93,8 mil veículos, resultando em pequena alta de 2,4%.
Embora com menor volume que a Skoda, a Seat cresceu mais em janeiro, 16,5%, ao entregar 32,3 mil veículos. A Porsche registrou estabilidade em janeiro ao vender 20 mil carros no primeiro mês de 2017.
A divisão VW Veículos Comerciais começou bem o ano ao entregar 35 mil unidades, anotando alta de 12,1%. A Scania entregou 5,5 mil veículos comerciais e cresceu 3,3%. A MAN, no entanto, encolheu 5% em relação a janeiro de 2016 por ter entregue 6,4 mil veículos.
Veja o mapa com as vendas do Grupo VW em janeiro de 2017: