Segundo a organização, o resultado positivo reflete o sucesso de seu processo de internacionalização. No ano passado 50,5% das vendas foram feitas fora da Europa, somando 1,32 milhão de veículos leves. Além disso, o Grupo Renault ampliou sua participação no continente em 0,4 ponto porcentual, respondendo por 9,5% do total emplacado na região. Enquanto as vendas na Europa caíram 1,7%, os negócios da montadora avançaram 4,7% e chegaram a 754,1 mil unidades.
O Brasil permanece como o segundo maior mercado do Grupo Renault, atrás apenas da França. Foram vendidos 236,3 mil carros no País, que garantiram participação de 6,6% para a marca na região. Os negócios da montadora tiveram queda maior do que as vendas totais, de 2,2%. A interrupção da produção na fábrica de São José dos Pinhais (PR) por dois meses no início do ano refletiu na performance da companhia. O terceiro mercado global da Renault foi a Rússia, onde a organização vendeu 162,5 mil veículos e garantiu market share de 7,6%.
A corporação aponta ter alcançado a popularidade esperada com as marcas Renault e Dacia em diversas regiões. O novo Clio e o Captur atraíram consumidores com desenhos mais ousados, conteúdo tecnológico e motores mais eficientes. No entanto, o veículo de maior sucesso do grupo foi o Duster, com 376,6 mil unidades. O SUV compacto é vendido tanto com a marca Renault, quanto com o logotipo da Dacia.
A marca romena teve expansão mais rápida em 2013 dentro da organização. Foram 429,5 mil licenciamentos novos no ano passado, evolução de 19,3%. Parte expressiva desse volume foi puxada pelo Sandero, que aqueceu as vendas com a chegada da nova geração. Só na Europa foram entregues 117,8 mil unidades, com alta de 68,3%.