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Você chamaria seu Chevrolet de Chevy?

A GM enviou memorando aos funcionários que trabalham com a Divisão Chevrolet, nos Estados Unidos, alertando para a importância de manter a ‘consistência’ da marca, que responde pelo grosso das vendas da empresa desde a segunda guerra mundial. O comunicado provocou um debate nacional sobre o que incomoda o comando da montadora: o ‘apelido’ Chevy utilizado para designar os veículos.
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cria

11 jun 2010

1 minutos de leitura

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Na quinta-feira a GM divulgou outra nota afirmando que ‘Chevy’ continuará a refletir o entusiasmo dos clientes e fãs em relação à marca. A capitulação reconhece que não fará muito sentido contrariar as emoções históricas relacionadas aos veículos – pelo menos no mercado norte-americano. No Exterior, a GM pretende consolidar o nome Chevrolet. Isso já acontece no Brasil, por exemplo, onde é raro alguém se referir ao carro fabricado pela montadora como ‘Chevy’.

O debate acabou nas páginas dos jornais, como o Detroit News, que dedica espaço significativo ao significado das marcas para a GM.

A questão levantada pelo comando da GM remete a uma discussão mais ampla sobre marcas. A Coca-Cola não parece se incomodar quando o público utiliza casualmente a expressão ‘Coke’ ou ‘Coca’. Nem a Apple quando o público deixa de dizer Apple iPhone, simplificando para ‘iPhone’.

O que dizer então de ‘fusca’? A carinhosa referência ao ‘besouro’ parece nunca ter incomodado a Volkswagen por aqui.