
Na quinta-feira a GM divulgou outra nota afirmando que ‘Chevy’ continuará a refletir o entusiasmo dos clientes e fãs em relação à marca. A capitulação reconhece que não fará muito sentido contrariar as emoções históricas relacionadas aos veículos – pelo menos no mercado norte-americano. No Exterior, a GM pretende consolidar o nome Chevrolet. Isso já acontece no Brasil, por exemplo, onde é raro alguém se referir ao carro fabricado pela montadora como ‘Chevy’.
O debate acabou nas páginas dos jornais, como o Detroit News, que dedica espaço significativo ao significado das marcas para a GM.
A questão levantada pelo comando da GM remete a uma discussão mais ampla sobre marcas. A Coca-Cola não parece se incomodar quando o público utiliza casualmente a expressão ‘Coke’ ou ‘Coca’. Nem a Apple quando o público deixa de dizer Apple iPhone, simplificando para ‘iPhone’.
O que dizer então de ‘fusca’? A carinhosa referência ao ‘besouro’ parece nunca ter incomodado a Volkswagen por aqui.