
O modelo mexicano será vendido na América do Norte e do Sul, abastecendo, possivelmente, o mercado brasileiro, já que pode ser importado com isenção de impostos por meio do acordo automotivo entre os dois países (leia aqui). No mercado local, este ano começa ainda a produção do Jetta na planta de São Bernardo do Campo (SP).
“Localizar se tornou chave para preservar nossa posição competitiva no mercado global e fabricar o Tiguan no México vai levar a produção para perto do mercado dos Estados Unidos”, apontou Michael Horn, presidente e CEO do Grupo Volkswagen América. Com a fabricação da próxima geração do Golf e agora o Tiguan a montadora fará cerca de 90% de seus produtos na região Nafta.
O investimento da companhia vai gerar capacidade para que sejam feitas até 500 unidades do carro de sete lugares por dia. Para atender a fabricação do modelo, serão instaladas novas linhas de montagem, que adicionarão 90 mil metros quadrados ao complexo industrial da Volkswagen em Puebla, com a geração de 2 mil empregos diretos. A localização do Tiguan também agregará US$ 1 bilhão ao montante investido anualmente pela companhia em compras na região.