A arquitetura MQB começou a ser desenvolvida em 2007 e já foi incorporada em quatro modelos do Grupo Volkswagen: a sétima geração do VW Golf, Audi A3, Skoda Octavia e Seat Leon. O objetivo é que mais de 40 modelos sejam construídos sobre esta base, que deverá alcançar volume de 4 milhões de veículos anuais a partir de 2016.
A MQB também será introduzida no Brasil em 2015, na planta de São José dos Pinhais (PR), onde serão fabricados o Volkswagen Golf e o A3 sobre a mesma base. Ao anunciar a nacionalização da plataforma, Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, garantiu que este é o primeiro passo para globalizar o portfólio local de produtos. A próxima etapa é trazer ao País a plataforma de carros compactos, com a nacionalização do UP!, que começa a ser produzido em Taubaté (SP).
Apesar de já ter contabilizado redução dos gastos na primeira etapa de introdução da plataforma MQB, Poetsch tem metas mais ambiciosas para 2014. Ele espera diminuir em € 1 bilhão os custos de produção do grupo e bater recorde de € 11,5 bilhões de lucro operacional alcançado em 2012. Este ano, entre janeiro e setembro, a companhia contabilizou lucro operacional de € 8,6 bilhões, com retração de 3,3% sobre o resultado anotado há um ano (leia aqui).