
Segundo a revista, a geração 8 do Golf continuará baseada na plataforma modular MQB, do Grupo Volkswagen, a mesma utilizada em modelos como Audi A3, Seat Leon e Skoda Octavia, mas um pouco menor e mais larga. A fim de reduzir o consumo, o modelo será 50 quilos mais leve que o atual e também poderá oferecer uma versão mais econômica, com propulsor 1.0 de três cilindros, que equipa atualmente o Polo.
O novo Golf deve trazer ainda novas opções de segurança, incluindo freios automáticos com reconhecimento de pedestres, que será lançado ainda este ano no novo Passat, e o sistema de estacionamento automático (Park Assist). Entre os recursos de entretenimento, estará o Mirror-Link, que permite ao motorista acessar e utilizar aplicativos de smartphones via display touch do carro.
SUCESSÕES
Se confirmado para 2017, a maneira como a Volkswagen sucederá o Golf 7 pela nova versão repete o “padrão” do passado: o Golf 5, por exemplo, surgiu apenas quatro anos após o início da produção da versão anterior.
Embora um novo Golf a cada cinco anos não surpreenda, por ser o carro mais vendido da Europa, outros países não devem receber o modelo tão cedo. Caso do Brasil, que até 1998, mantinha em linha de montagem a mesma geração oferecida a outros mercados no mundo – naquela época, o Golf 4. A montadora decidiu então produzi-lo no México, tirando as exportações do Brasil para os Estados Unidos, deixando por aqui por anos a versão defasada, o que deve acontecer mais uma vez: a partir de 2015, a Volkswagen já confirmou a produção do Golf 7 em sua fábrica paranaense de São José dos Pinhais.