
O Volkswagen T-Cross completou um ano de mercado cumprindo o objetivo de brigar com os líderes do segmento de SUVs. Em fevereiro foi o utilitário esportivo mais vendido. No acumulado do primeiro trimestre deste ano ele somou 13,1 mil unidades e assumiu a vice-liderança da categoria, ficando atrás apenas do Jeep Renegade. Num momento bem atípico de mercado, é verdade, por causa da pandemia de Covid-19. Vale dizer também que ele fechou 2019 em sexto lugar porque ainda não tinha uma versão PcD. 
Nos emplacamentos a conta-gotas que vêm ocorrendo pelo País como consequência das medidas de contenção do coronavírus, o T-Cross registrou 174 licenciamentos nos primeiros dias de abril e está à frente do Renegade (137 unidades) no mês, mas no acumulado de 1º de janeiro até 9 de abril o Volkswagen ainda é o segundo colocado, com 13,3 mil unidades, mil a menos que o Jeep rival.
Desde o início da produção do T-Cross, a fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) montou mais de 80 mil unidades do novo SUV. Desse total, cerca de 50 mil foram entregues ao mercado brasileiro.
O T-Cross produzido no Brasil resulta de um investimento de R$ 2 bilhões. Desse total, R$ 600 milhões foram utilizados para o desenvolvimento, testes e validação; R$ 1,4 bilhão para ampliação e modernização da fábrica em São José dos Pinhais (PR). A planta adota inovações da indústria 4.0, com diversos benefícios, como diminuição no tempo de ajuste das ferramentas, redução de custos e novas tecnologias nos processos. O T-Cross é feito sobre a plataforma modular global MQB da VW.
Entre as vantagens da utilização dessa arquitetura está a VW Connect, plataforma digital que conecta as principais informações do veículo em um aplicativo. O T-Cross também inova entre os SUVs por seu manual cognitivo, que utiliza o sistema IBM Watson para responder ao motorista questões sobre o veículo, incluindo informações contidas no manual do proprietário.