
A opção de entrada Trendline vem rodas de liga leve 16 polegadas, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, alarme, apoia-braço com tomada de 12 volts, saída de ar-condicionado para o banco traseiro, porta-luvas refrigerado, som com CD Player, entrada USB e conexão Bluetooth, volante com ajustes de altura e distância e quatro airbags.
A versão intermediária Comfortline parte de R$ 73.990 e recebe volante multifuncional com aletas para trocas de marcha, interior de couro, controlador automático de velocidade e tem como opcionais o teto solar e o pacote Exclusive, com central multimídia e GPS, rodas de 17 polegadas, sistema Kessy (para abertura das portas por aproximação da chave e partida do motor por botão) e ar-condicionado digital com duas zonas de climatização. Trendline e Comfortline recebem um motor 2.0 flex de 120 cavalos.
A opção Highline começa em R$ 93.990. Utiliza um 2.0 turbo com injeção direta de gasolina e 211 cv, traz de série sistema de áudio com tela sensível ao toque de 6,5 polegadas, retrovisor interno com escurecimento automático, seis airbags, bloqueio do diferencial (EDS) e controle de estabilidade (ESC), sistemas de auxílio à frenagem e de partida em rampa. Sua transmissão automática, também de seis marchas, utiliza a caixa DSG, de dupla embreagem.
Como opcionais, o Jetta Highline oferece, além do teto solar panorâmico, dois pacotes de equipamentos: Exclusive e Premium. O primeiro acrescenta bancos de couro com aquecimento para os dianteiros e sensores de chuva e de luminosidade. O módulo Premium inclui central multimídia com GPS, sistema Kessy, faróis bixenônio com luzes diurnas de LED e ajuste elétrico do assento do motorista.
Ainda neste semestre, parte da linha Jetta passará a ser montada na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo. A nacionalização do sedã faz parte de um plano de investimentos de R$ 10 bilhões no Brasil, que vai até 2018.