
Entre as mudanças feitas no caminhão (um 6×4 de 270 cavalos) estão proteções para evitar que alguns componentes ficassem sujeitos à poeira e a agressividade do ambiente. Foram colocados protetores para catalisador, injetor de ureia, válvulas pneumáticas e chave geral. A posição do radiador do ar-condicionado foi alterada.
As suspensões foram elevadas, a dianteira em 30 milímetros e a traseira, em 20 mm. Alguns chicotes elétricos tiveram o comprimento aumentado para facilitar a montagem de implementos. O eixo traseiro foi reforçado.
O VM também conta com bloqueio de diferencial, o que propicia saídas suaves em terrenos acidentados e escorregadios. Além disso, um bloqueio automático das rodas também foi montado para favorecer o transporte da cana desde a lavoura até a usina.
Ainda de acordo com a Volvo, o VM também tem custo de aquisição menor e velocidades mais altas em relação aos tratores que puxam o implemento ao lado da colheitadeira. “Ele se tornou a solução ideal no transbordo de cana-de-açúcar”, afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.