A publicação aponta que o plano é iniciar com a entrega de uma versão alongada do S60 sedã, que seria chamada de S60L, para a América do Norte. Já o utilitário esportivo XC90 produzido na China atenderia a demanda russa. Apesar do preconceito ainda existente em relação à qualidade do produto chinês, a companhia aposta que ao estabelecer no país mais uma base produtiva, poderá reduzir seu risco cambial. O representante da Volvo teria dito que o dólar tem relação mais estável com o yuan do que com o euro.
No mercado interno chinês os negócios da Volvo têm alcançado resultados melhores do que o esperado inicialmente. Se o ritmo se confirmar nos próximos meses, a companhia deve encerrar 2014 com mais de 90 mil veículos vendidos no país, alta de 50% sobre o resultado do ano passado e acima dos 80 mil carros que a marca previa para o período.