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Volvo, Geely e Link terão joint venture para veículos elétricos

A Volvo Cars, a Geely Auto e a Link & Co assinaram um memorando de entendimento na quinta-feira, 20, para criar uma joint venture a fim compartilhar tecnologias existentes e futuras e aprofundar as sinergias industriais para a próxima geração de veículos elétricos. Em comunicado, as três empresas que pertencem à Geely Holding, da China, afirmam que vão compartilhar arquitetura de veículos e tecnologias de motores por meio de acordos de licenciamentos que serão gerenciados pela nova joint venture. Elas também vão cooperar de forma mais profunda na área de componentes, como baterias, motores elétricos e sistemas de carregamento a fim de reduzir os custos com compras.
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Redação AB

20 jul 2017

2 minutos de leitura

O memorando prevê que a propriedade da nova joint venture será composta de 50%/50% pe4la Volvo Cars e Geely e terá sede na China e uma subsidiária em Gotemburgo, na Suécia.

“Parcerias para compartilhar know-how e tecnologias são práticas comuns na indústria automotiva e este é o modelo que estamos adotando”, disse o presidente e CEO da Volvo Cars, Håkan Samuelsson. “Esta colaboração planejada fortalecerá a capacidade da Volvo de desenvolver a próxima geração de carros elétricos.”

“Teremos benefícios significativos em nosso portfólio ao compartilhar tecnologias e arquiteturas da próxima geração de veículos. Estou confiante de que essas sinergias podem ser alcançadas, preservando as identidades e a autonomia estratégica de nossas diferentes marcas automotivas”, ressaltou o presidente da Geely Holding, Li Shufu.

Em paralelo, a Geely Holding, a Volvo e a Geely Auto assinaram ainda outro memorando para que a Geely Holding e a Volvo Cars ocupem uma participação de 50% na Lynk & Co., que é a marca premium de veículos da holding lançada no ano passado. A Geely Auto reterá os outros 50% da montadora.

“Isso dá à nossa marca uma sólida base global de economia em escalas maiores, aproveitando as tecnologias avançadas da Volvo, combinadas com nosso modelo de negócio único e diferenciado”, afirmou o vice-presidente sênior da Lynk & Co, Alain Visser.

Todas as transações estão sujeitas a aprovações das autoridades.