
O número ainda é distante do recorde obtido pela marca em 2011, com 5,2 mil automóveis, que não deve se repetir em curto prazo por causa da atual situação do mercado. Rezende continua descartando a possibilidade de fábrica em curto prazo por causa dos investimentos recentes feitos pela Volvo Cars. A empresa vai inaugurar uma fábrica em Charleston (Carolina do Sul, EUA) até 2018 e também abriu três plantas na China desde que foi adquirida pela Geely.
E sua cota total no Brasil pelo Inovar-Auto, de quase 7 mil veículos importados, é suficiente para suprir as vendas: “Temos hoje duas cotas, uma da Volvo Cars, de 2,7 mil carros, e outra da VKN, de 4 mil unidades”, afirma Rezende. O modelo mais procurado no Brasil é o utilitário esportivo XC 60, que respondeu por 66,9% das vendas da Volvo no ano passado e aguça o apetite de Rezende e da rede pelo futuro XC 40, menor e mais acessível. Sem botar prazo, ele dá a entender que o carro pode chegar em três anos.
A rede Volvo tem hoje, segundo o executivo, 27 concessionárias. Houve dois pontos fechados recentemente, um em Ribeirão Preto (SP) e outro em Porto Alegre (RS). “Ambos serão substituídos por lojas de outros grupos porque são duas praças importantes para nós”, diz.
A unidade Autostar reinaugurada é a primeira concessionária da cidade de São Paulo a adotar o novo padrão visual da Volvo e a sétima em todo o Brasil. A revenda teve de trazer da Suécia móveis, luminárias e até piso. O investimento não foi revelado. A loja existe desde 2011 e, segundo o gerente comercial, Fábio Silva, vende em média 25 carros novos e dez usados por mês.
A Volvo traz hoje ao Brasil os modelos V40, V40 Cross Country, S60, V60, XC60 e XC90. Os carros vêm da Bélgica e da Suécia. Até o fim deste ano ou em 2017 a empresa trará também o S90.