
“Como parte do Grupo Volvo, estamos investindo para alavancar nossa produção onde há fábricas estabelecidas. Um dos objetivos da Volvo Penta é criar uma cadeia global de fornecimento dos produtos com prazos de entrega e custos competitivos”, afirma o presidente da Volvo Penta Americas, Ron Huibers.
Uma das vantagens da produção local é permitir a compra dos motores pela linha Finame, do BNDES, a juros mais baixos que os do setor privado. O segmento de geração própria de eletricidade cresce à medida que a demanda por energia é maior que a oferta. De acordo com dados levantados pelo Ministério de Minas e Energia, o atual déficit energético brasileiro é de aproximadamente 50 terawatts/hora.
“Antes de iniciar a produção dos motores no Brasil trabalhamos para formar uma rede de suporte aos nossos clientes, fundamental para um atendimento de qualidade e para o sucesso do negócio. As distribuidoras da Volvo Construction Equipment têm similaridade com negócios da Volvo Penta, o que nos dará ganho de escala”, afirma o diretor de motores industriais da Volvo Penta South America, João Zarpelão.
Dentro da América do Sul, a Volvo Penta pretende ampliar a estrutura de negócios para Equador, Bolívia e Paraguai. Atualmente, os principais mercados da marca na América do Sul, além do Brasil, são Argentina, Peru e Chile.