
Em nota divulgada à imprensa, a montadora informa que desde janeiro sinaliza ao sindicato a necessidade de negociação e ofereceu, logo no primeiro dia, manter o emprego dos 400 excedentes até o fim do ano desde que não houvesse reajuste salarial e que fosse diminuído o valor do Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Essa oferta teria sido recusada.
O sindicato, contudo, informa não ter a real garantia de manutenção desses postos de trabalho: “Estamos dispostos a qualquer proposta que garanta o emprego a todos”, afirma o vice-presidente da entidade, Nélson Silva de Souza.
A Volvo emprega cerca de 3,2 mil trabalhadores, dos quais 1,8 mil atuam na produção. A empresa fabrica caminhões e chassis para ônibus urbanos e rodoviários vendidos no Brasil e em toda a América Latina. No dia 16, os 200 trabalhadores do centro de peças da montadora (em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba) aderiram ao movimento.