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Volvo prepara investimento para o Brasil

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Giovanna Riato

29 nov 2011

3 minutos de leitura

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Giovanna Riato, AB
De Curitiba

A Volvo já planeja o pacote de investimentos para o próximo triênio, que vai superar os US$ 250 milhões do ciclo anterior. O novo programa deve ser anunciado no primeiro trimestre do próximo ano, quando a montadora já terá uma amostra do comportamento das vendas.

Este ano a montadora encerra os investimentos iniciados em 2009. Em 2011 o aporte foi distribuído em R$ 80 milhões para ampliar as instalações de pintura, R$ 15 milhões para a infraestrutura e R$ 25 milhões para nacionalizar o câmbio automatizado Ishift e o motor de 11 litros. Um adicional de R$ 50 milhões foi destinado à instalação de um depósito de peças.

Apesar da crise econômica internacional, que reduziu o crescimento do mercado no fim deste ano, a companhia comemora resultado recorde até outubro. Os emplacamentos de caminhões da marca aceleraram 31%, com alta de 23% na linha de pesados F e de 60% na de médios e semipesados VM. No mesmo período, o mercado nacional acelerou 16%. Mesmo sem o volume de antecipação das compras esperado para o fim do ano, por conta do Proconve P7, nova legislação de emissões para veículos a diesel, a empresa afirma ter obtido resultados positivos na Fenatran, feira dos transportes realizada em São Paulo.

“A receptividade do Euro 5 foi muito maior do que esperávamos. Brasileiro gosta de tecnologia e descobrimos que tínhamos mais medo do que o mercado”, analisa Bernardo Fedalto, gerente de vendas da linha F. Segundo ele, os clientes estão seguros em relação à legislação. Com isso, a companhia não prevê retração para o ano que vem mas estabilidade, com possibilidade de um crescimento pequeno.


Década de expansão

Roger Alm, presidente da companhia para o Brasil (foto), afirma que é importante ter uma estratégia pronta caso o abalo na economia internacional estremeça o mercado brasileiro. No entanto, não é essa a aposta do executivo. “Nossa perspectiva é muito positiva para o continente e principalmente para o Brasil. Esperamos uma década de crescimento”, acredita. A expectativa não é grande sem motivo. Recentemente o País conquistou o posto de primeiro mercado mundial da companhia para caminhões.