Já o processo criado pela VW e pela universidade consiste em átomos de platina colocados especificamente sobre uma superfície de carbono para produzir partículas extremamente finas, o que pode reduzir a quantidade necessária para operar a célula de combustível. Segundo a VW, esse processo aumenta em três vezes a eficiência do recém-desenvolvido catalisador de célula de combustível em comparação com a tecnologia atual, ao mesmo tempo em que eleva sua durabilidade.
“Essa tecnologia abre enormes possibilidades de redução de custos, como a quantidade de metais preciosos utilizados. Ao mesmo tempo, a vida útil e o desempenho do catalisador são aumentados. Além da célula de combustível, a deposição de camada atômica também oferece uma gama completa de outras aplicações que exigem materiais de alto desempenho, como as baterias de íons de lítio de última geração”, declara o professor Prinz, da Universidade de Stanford.
A tarefa dos pesquisadores agora é transferir os resultados obtidos no laboratório para a produção industrial em larga escala.
“Isso também é interessante para outras aplicações automotivas, como baterias. No entanto, a variante modificada de ALD (deposição de camada atômica), que foi desenvolvida aqui, leva tudo para um novo nível”, afirma Thomas Schladt, da área de pesquisa do Grupo VW.