
O Golf nacional chega às concessionárias em fevereiro. Todas as versões trazem de série sete airbags, controle de tração, controle eletrônico do diferencial, controle de estabilidade e sistema de frenagem automática pós-colisão.
O Comfortline terá a opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis (R$ 79.990). Essas mesmas transmissões estarão no modelo intermediário, Highline, equipado com motor 1.4 TSI, também flexível e fabricado em São Carlos, mas dotado de turbo e injeção direta de combustível. A potência é de 150 cv. Entre os itens de série o Highline recebe sistema Start-Stop, que desliga e religa o motor em paradas de semáforo e trânsito congestionado. Quando equipado com câmbio automático, traz aletas para troca de marcha atrás do volante. O Highline manual começa em R$ 91.290 e o automático parte de R$ 96.690.
Sua lista de opcionais inclui o Park Assist, equipamento capaz de estacionar o carro em vagas paralelas ou perpendiculares. A versão topo de linha GTI tem tabela de R$ 117.690. Vem com motor 2.0 TSI a gasolina de 220 cavalos e é sempre equipada com transmissão automática DSG de dupla embreagem e seis marchas, mais aletas para trocas de marcha atrás do volante.
De acordo com a Volkswagen, o esportivo acelera de zero a 100 km/h em 7,2 segundos e atinge 237 km/h de velocidade máxima. O Golf é o primeiro Volkswagen fabricado no Brasil a utilizar a plataforma modular MQB, que exigiu um grande investimento na unidade de São José dos Pinhais (leia aqui).
Trata-se de um conceito inovador para o desenvolvimento e produção de veículos dentro do Grupo VW. Entre os principais objetivos está a padronização do processo de manufatura nas fábricas da companhia.
Versão topo de linha GTI tem 220 cavalos, câmbio automático DSG de seis marchas e preço de R$ 117.690. Produção nacional ocorre em São José dos Pinhais (PR)