
O acordo prevê o desenvolvimento de potenciais novas fórmulas de etanol, com pesquisa e aplicação nos carros, a fim de melhorar a sua eficiência. As empresas incentivam o uso do etanol como biocombustível de baixa emissão de gases do efeito estufa em toda a cadeia do-poço-a-roda, que considera a emissão de poluentes desde a produção do combustível até a emissão do escapamento do veículo.
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Além disso, os parques de bioenergia da Raízen vão fornecer biogás para as fábricas da VW em substituição ao uso do gás natural. O biogás é feito a partir da utilização de resíduos da produção de açúcar e etanol e reduz em 90% a emissão de poluentes na atmosfera, poupando a emissão de 19 mil toneladas de CO2 por ano, segundo a Volkswagen. Também será feito o fornecimento de energia para a rede de concessionárias da marca por meio de usinas de geração de energia renovável da Raízen, licenciada da marca Shell.
“Reduzir as emissões é uma grande meta da VW. Precisamos valorizar no Brasil e no mundo os biocombustíveis, porque são fonte de energia que geram redução de emissões em toda a cadeia, além de impactarem positivamente o aspecto social e o econômico”, disse o presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si.
As empresas apostam também estratégia de sustentabilidade pela utilização de veículos flex, híbridos e elétricos. Para impulsionar a eletrificação no país, a Raízen vai implementar uma rede de eletropostos de recarga rápida no Estado de São Paulo, com pontos na capital e nas principais rodovias de acesso.