
Com 40,3 mil veículos vendidos, a Scania viu os negócios aumentarem 9% na primeira metade do ano, enquanto a MAN teve incremento de 4%, para 39,7 mil caminhões e ônibus.
Na América Latina, a companhia ainda registra queda: a MAN LA, que também responde pela marca Volkswagen Caminhões e Ônibus, entregou pouco mais de 10,1 mil unidades na região entre janeiro e junho, 19% a menos do que em iguais meses de 2015. Apesar disso, no segundo trimestre (abril-junho) a empresa reportou avanço de 17% sobre o primeiro trimestre do ano (janeiro-março). “A iniciativa de reforçar a rede de concessionárias no Brasil e nos mercados de exportação, além de expandir o portfólio de produtos revelou os primeiros resultados”, informa em comunicado.
Considerando apenas as vendas de caminhões, o grupo registrou aumento de 4% no primeiro semestre, para pouco mais de 82 mil unidades. O desenvolvimento dos mercados continuou a variar conforme a região: enquanto na Europa houve evolução positiva de 15%, especialmente graças a França, Itália e Reino Unido, na Rússia houve queda, assim como no Brasil, onde as vendas caíram 19% no primeiro semestre, também por causa do ambiente macroeconômico difícil e condições de financiamento mais difíceis.
Já as entregas globais de ônibus reduziram em 6% no comparativo anual, para pouco mais de 7,5 mil unidades.
“Graças à forte demanda na Europa e uma gama altamente competitiva de veículos, conseguimos aumentar as nossas vendas nos primeiros seis meses. Também estamos otimistas para os próximos seis meses. Estamos muito satisfeitos com o atual desenvolvimento da Volkswagen Truck & Bus. Nós abordamos questões importantes em conjunto, implementamos rapidamente e permanecemos firmemente focados em nossos objetivos: tornar-se líder mundial na próxima década”, disse Andreas Renschler, CEO da Volkswagen Truck & Bus e membro do conselho de administração do Grupo Volkswagen.
Segundo a companhia, graças ao realinhamento entre suas marcas de caminhões e ônibus, as empresas já aumentaram significativamente a sua colaboração com sinergias (economia) computadas até agora em € 200 milhões por ano.